
Querido diário, você lembra de Danilo ? Desse post aqui: http://diariodagarotadevariasfaces.blogspot.com/2011/03/tirando-os-atrasados-com-vigor.html nunca mais o vi. Tem alguns meses. Ele já quis, já me ligou, já me enjoou no MSN, mas como você ta cansado de saber, diário, eu não gosto de comer duas vezes da mesma carne. Comida requentada vai pra o lixo. Mas depois de tantos meses,ontem a noite eu vim sonhar com ele.
Sonhei que a gente tava teclando no MSN e ele me bajulando pra gente fazer sexo virtual. E eu não queria tirar a roupa na cam por falta de confiança, mas tava me sentindo desejada e excitada com a mendigação dele. No apogeu do tesão, eu acordei, e vi que não passou de um sonho erótico. E fui ao banheiro.
Quando lá cheguei me aproveitei dos servidores da minha fazenda. Chegou um novato, bem novinho, que mal conhece as malícias do sexo, e esse foi o que eu escolhi.
Ele chegou meio nervoso quase sem vontade, e peguei no pênis dele. Tava mole. E ele me disse constrangido: Ainda ta mole. Eu disse: Não faz mal, endurece já.
Tirei meus grandes seios da minha blusa, e o fiz apalpar, sentir a maciez, o volume e a rigidez que os mamilos já apresentavam. E ele começou a chupar. Numa morosidade que não me tocava. E tirei a calcinha pra ver se ele chupava com mais força. E não adiantou muito.
Chamei outro peão da fazenda pra ensinar ao rapazinho como se faz o serviço. E o outro servidor veio. Empurrou-me na parede e começou a chupar meus seios, com força e velocidade. Eu fiquei louca. Tirou a minha calcinha, e eu me sentir penetrada com a língua.
Colocou o instrumento pra fora, e enfiou todo na minha boca, segurando pela minha cabeça. Chupava com tanta velocidade que meus seios quicavam e chegava a me faltar o ar com aquilo tudo na boca. Depois tirou o pênis enfiou direto no meu cú.
Eu fazia caras e bocas de quem tivesse quase morrendo, dividida ao meio, a dor era imensa mas o tesão era inevitavelmente superior. Doía demais ser penetrada por trás, mas eu sentia o tesão do domínio e gritava de prazer.
Quando acabou o serviço, o peão da fazenda perguntou ao novato se ele tinha aprendido como fazia. E ele disse que aprendeu.






