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domingo, novembro 04, 2012

Presentinho Dentro do Carro



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Querido diário, como sempre costumo dizer, as coisas quando devem acontecer, elas simplesmente acontecem. A gente força a barra, empurra, grita e chora, e quando a coisa acontece, a gente nem espera. O desejado num momento inesperado. Vamos mais a uma história (real) dessa Garota de Várias Faces que tenho certeza que vocês estavam com saudade.
Todos sabem a minha história com Daniel, o gato da universidade, branco, 1,87 de altura e bem fortão, que eu era “apaixonada” desde quando adentrei na universidade, isso faz quanto tempo? 1 ano e meio. 1 ano e meio que esse homem me enrola, eu já tive todos os tipos de sentimento por ele atração-atração, paixão-atração, paixão-tesão, tesão-tesão, tesão-curiosidade e hoje o que eu posso dizer que sinto por ele é tesão-oquetemprahoje.
Já esnobei ele a ponto de não olhar pra cara, já enxerguei o gato que ele era quando ele não me queria mais, já banquei a boa moça, já o tive como meu pretendente, já levei fora, já tentei, levei outro fora, tentei de novo, outro fora, tentei mais uma vez, uma enrolação seguido de outro fora, sou brasileira e não desisto nunca, não nego, corro atrás de homem quando quero, e mais uma vez tentei seduzi-lo, ganhei um sim seguido de muita enrolação.
Era mensagem que eu mandava, ele lia e não respondia. Era mensagem que eu mandava, ele retornava, e ficávamos nos excitando por mensagens, mas no dia que a gente ia se ver ele corria. Às vezes chegávamos até a marcar o dia, e na hora ele inventava alguma desculpa esfarrapada.
É claro que ele não queria. Quem quer faz acontecer. A gente sempre dá uma chance aquele chato que fica ao pé do nosso ouvido dizendo que vai chupar até a gente enlouquecer. Sei lá, atiça a curiosidade, a gente acaba indo, ou cedendo pra ver se a pessoa nos deixa em paz. Mas Daniel, não, não dava asas pra mim.
Eu ficava estressada, lógico, boladíssima, algumas vezes eu ia atrás de outros que me satisfizesse o que eu procurava em Daniel, outras eu ficava quieta emburrada chupando o toco que eu levava. Prometia não procurar esse homem mais nunca. Mas você, diário, sabe o que é ter muito tesão por uma pessoa e não ter a oportunidade de tocá-lo, parece que quanto mais difícil, mais atrativo é... eu vi nele beijos incríveis, uma rola de dois metros e trinta, uma pegada de leão na cama... mas não tinha certeza, porque nunca tinha ficado. Quanto mais difícil, mais atrativo parecia, e aguçava a minha curiosidade, e mais uma vez essa gostosa ia atrás.
Um dia, estava eu na universidade, dentro de uma sala vazia estudando para uma prova que teria no mesmo dia, quando me vem uma vontade... vontade de que? De sexo... e quem me vinha na cabeça? Daniel.
Mandei uma mensagem pra ele:
− Advinha o que eu tô com vontade de fazer com você agora?
Ele respondeu:
−Sexo?
E assim seguiu a conversa...
−É né, não precisa ser nenhum gênio para adivinhar isso, rsrs. Você tá aonde?
−Na universidade.
−Hum, eu também. Você tá em aula, é? Eu tô estudando numa sala vazia... Assim, hoje eu tô menstruada, mas um boquete no carro até que dava...
Por minha surpresa, ele disse:
−Vamos nessa então.
Demonstrei como fiquei surpresa:
−Sério?
Ele disse meio que duvidando da minha capacidade:
−Você não quer chupar? Então venha, estou te esperando no estacionamento.
Fiquei besta. Insegura, claro, pois não havia me preparado. Comecei a colocar empecilhos, coisa que não é costume meu e sim dele.
−Eu só vou com uma condição, se você puder me levar na outra instituição onde estudo, pois tenho prova às 19h.
Ele disse:
−Aí já não vou poder, porque tenho aula no mesmo horário.
Eu tinha essa prova às 19h, sendo que a gente tava conversando umas 18:30, tava menstruada, não tinha me preparado, tipo de arrumar o cabelo, colocar meu melhor perfume... PORÉM, tava morrendo de vontade de chupar um p**, você sabe, diário, eu sou viciada nisso, e também Daniel era desejado de muito tempo, eu sabia que se não fosse aquela hora, talvez não seria hora nenhuma. Deu-me a louca, e fui.
Demorei um pouquinho, beber água, passar no banheiro fazer um xixizinho, olhar no espelho pra ver como tá o cabelo, comprar aquele halls básico para garantir o frescor e bom hálito. E fui. Enquanto isso, ele impaciente, já mandava mensagem reclamando da demora.
Quando cheguei no estacionamento, foi difícil encontrá-lo também, estacionamento grande. Mas logo o encontrei.
Acho que foi a primeira vez que eu fiquei perto dele, tipo cara a cara, conversando pessoalmente. Eu fiquei abismada com a diferença de tamanho que a gente tem, ele também deve ter ficado abismado com o pedacinho de gente e ter sentido a mesma sensação de que apesar de longo tempo, de muitas provocações, era a primeira vez que a gente tava frente a frente.
Interesseira, sou sim, gostei demais do carro. Naquele tempo lá atrás, quando eu o flertava educadamente, e pensava em namorá-lo, penso que ele realmente era o cara certo, tinha tudo que eu desejava, beleza, inteligência, um carro bacana, popularidade. Sabe aquele namorado que você sabe que não vai passar vergonha quando for mostrar para as amigas, porque é bonito, que tem um largo futuro pela frente, porque é muito inteligente e esforçado, que ainda dar pra bancar de madame andando de carro legal pela cidade. Pois é, esse é Daniel Figueiredo, que bem que eu quis que fosse meu namorado, tipo meu primeiro namorado, minha primeira relação sexual e meu amor de verdade, porque realmente era apaixonada por ele. Mas a vida é dura. Perdi? Não, porque eu nunca o tive, ele nunca me pertenceu, e segundo meu pai de santo, nunca me pertenceria. Nesse dia eu fui testá-lo como amante, interessada somente no sexo.
Logo entramos no carro. E Daniel, putz, certo que eu teria prova às 19h, e ele teria aula também, mas tava apressado demais, parece que estava com pressa para acabar aquilo ali, certo que eu queria fazer a minha prova, mas eu fui pra curtir o momento, sem pensar na prova que teria depois e muito menos na aula dele.
Foi logo me beijando e desabotoando a calça. Pude provar do mesmo beijo que eu vi ele dá na bruaca da festa, no texto “Ego Ferido”, na hora eu lembrei. O beijo dele é daquele tipo que parece que vai engolir a nossa cara, mas não é muito atrativo pra mim. Enquanto com força me beijava, eu resmungava de que preferia ir para o banco de trás porque ali ficava sem posição. Nem deu trela pra minha conversa. Colocou o pau pra fora, duro.
Era realmente como eu imaginava, como várias vezes eu tinha visto em sonho, grande, e muito grosso, bem grosso mesmo, daqueles que a gente demora para fechar a mão...
A sede era tanta que nem me liguei em tirar o body, ficar nua, fui logo caindo de boca, e fazendo daquele jeito que eu sei fazer.
Fiquei até com medo de ficar nervosa na hora e não conseguir fazer do jeito certo, mas fiz daquele jeitinho, passando a língua e sugando com força a cabecinha, apertando o pênis com força sem machucar, batendo com intensidade dentro da minha boca enquanto chupava. Ele ficou louco, gemia de um jeito, ele literalmente exaltou o quanto gostoso estava aquele boquete. Lembro que me disse: −Desse jeito gozo fácil, fácil na sua boca.
Enquanto eu me deliciava com aquele pauzão, ele me tocava, escorria a minha mão pelas costas a baixo... e isso não me satisfazia, na hora do prazer eu gosto de sentir dor.
Pedir pra ele me bater, puxar meu cabelo... Cabelo até que ele sabe puxar direitinho, pegando na raiz, naquela pressão e sem machucar, mas na hora de bater, eu pude perceber que a pegada de Daniel não é pra mim. Eu gosto de homem que bate forte, sem receio de machucar, que me deixa totalmente submissa. O tapa de Daniel é fraco, ele não tem performance para bater. A verdade é que toda mulher quer um Coronel Jesuíno na cama e um Mundinho Falcão fora dela. Como vocês já puderam ver em textos anteriores, ele é um Coronel Jesuíno fora da cama, é do tipo que me esnoba, que fala com ignorância, me bota no chinelo... mas na cama, que é essencial, eu não vi essa ignorância toda...
Apesar de ele não ter me batido do jeito que eu gosto, tava gostoso chupar aquele pau, apesar de acreditar que mais importante que o tamanho é a pegada de africano... eu gosto de um pau grande, qual mulher não gosta? Pode machucar um pouquinho quando tiver lá dentro, mas é algo desafiador, é uma coisa pra se ver e pra comer, e algo que marca aquela presença, que te dá medinho, que te desafia a engolir inteiro e a sentir cada diâmetro pra dentro te rasgando.
Enquanto eu o boquetava, ele gemia e eu sentia cada veia engrossar dentro da minha boca, já falei né, um pau delicioso. Como o negócio certamente estava bom e muito gostoso pra ele, ele pedia que eu enfiasse toda, e a bobona aqui colocava mesmo. Observação: o pau dele é grande, eu tinha acabado de comer uma batata frita e aquele negócio, vamos dizer, cutucava minha garganta. Resultado? Quase vomito no pau dele!!! A comida voltou pra garganta. Já tinha acontecido de eu me engasgar várias vezes, mas nunca tinha acontecido isso.
Quase vomitando, me lembrei de me vestir, colocar os peitos pra dentro, que a essa altura eu já tava nua, abrir a porta do carro e cuspi. Depois da tensão, da vergonha, voltei a atividade normal...
Acho que com receio de acontecer de novo, ele não mais me mandou engolir o negócio todo, pelo contrário, falou assim:
−Não precisa engolir mais todo não, tá gostoso assim na cabecinha mesmo...
E minha preferência realmente é chupar a cabecinha... continuei chupando, passando a língua na cabecinha em forma de círculos, sugando a cabeça com força, oras batendo punheta com o pau na minha boca, e não demorou muito pra ganhar o que eu tava merecendo: gala na boquinha. (rsrs)
Com a boca cheia, eu olhei pra ele. Passando a língua pela boca, fazendo carinha de piranha, Garota de Várias Faces? Não. Eu olhei pra ele com cara de insegurança, me desculpa, diário, mas não tenho prática nisso não. Você bem sabe, que eu não costumo engolir de qualquer pessoa, não é nem por não gostar, mas sim por questões de segurança. Mas com Daniel, eu disse pra mim mesma que quando fosse ficar com ele eu ia fazer de um tudo. Até porque foi 1 ano de muita espera, muito tesão e nenhuma satisfação.
No mais, a gala dele é boazinha, não tem gosto de nada, engoli, e engoliria mais vezes. Dizem que o sabor do esperma depende do que você ingere. Apesar de ele ser bombadão, tomar os suplementos, as proteínas e tal, não afetou em nada o sabor do esperma dele. Foi bom, engoli e engoliria mais vezes.
Não bastou eu engolir tudo, ele me disse:
−Ainda tem mais um pouquinho, passe a língua vá...
Isso me lembrou o namoro de uma prima minha, que quando cai alguma gota da gala no chão, ele faz ela lamber o chão, rsrs. Daniel, não foi tão rude, mas me fez engolir até a última gota.
Foi bom. Não foi ruim. Não foi lá essas coisas, mas também não foi ruim. Poderia ter sido melhor, se ele me batesse mais, me xingasse mais, explorasse mais o meu corpo, o máximo que ele fez foi chupar meus peitos, e só. É certo que eu estava menstruada, realmente, eu não tava mentindo, buceta e cu excluídos... mas e meu pescoço, e minha orelha e a minha bunda? Eu gosto de homem faminto.
Logo quando se vestiu, começou a fazer aquelas perguntas que todo homem faz quando acaba o sexo. Foi bom? Você gostou? É grande? Essas perguntas deveriam ser proibidas, porque quem não gostou nunca vai falar que realmente não gostou, e quem for tão atrevido a essa sinceridade, vai deixar o outro chateado, e sem falar que a gente percebe se a pessoa tá gostando no momento, a gente sabe se a pessoa gostou. Mas respondi com sinceridade em todas as perguntas:
−Foi bom?
−Foi sim.
−Gostou?
−Anham, tudo do jeito que eu imaginava
−É grande?
Eu fiquei meia assim de ele me perguntar uma coisa dessa, será que ele tem alguma dúvida, rsr, respondi:
−O que você acha?
Com a auto-estima lá em cima, ele sorriu e disse:
−E você achava que era pequena era?
Você, diário, sabe que não, eu já imaginava que ele tinha um pauzão, quer o que vá, 1,87 de altura, se alguma coisa ali fosse pequeno, seria decepção total, rs.
Outra coisa desagradável que eu percebi, ele é do tipo (raro) de homem que quando goza na boca da gente, não beija mais. Ridículo isso! Nojo da própria gala? Oh, my God!
E logo depois voltou o Daniel normal, rude, enquanto voltávamos, conversamos sobre a minha virgindade, ele disse:
−Vai me dar a buceta agora, né?
−Não, eu sou virgem.
Sei que é difícil acreditar, não tenho culpa de ser diferente das outras meninas que teve a inteligência de provar tudo do sexo, menos o principal, o mais comprometedor. Fazer o que tenho pai e mãe em casa, que querem que eu continue virgem até casar. Eu dependo financeiramente desse pai e dessa mãe. E sem falar, que virgindade é coisa séria, muda a vida de uma mulher, dar o cú, as mulheres acham que não, mas é uma coisa muito mais simples. O ruim é a dor, mas a gente agüenta, com jeitinho vai, com jeitinho entra. Sexo anal deve ser feito com segurança assim como é feito com o sexo vaginal, mas se por acaso a camisinha estourasse no cu, eu ficaria menos preocupada que na buceta, que eu poderia engravidar... e por aí, vai. Dá o cú é simples, é gostoso, te libera para o sexo e as mais diversas posições, e deixa o seu hímen intacto! Voltando a conversa, ele duvidava...
−Ah, ta, você é virgem...
−É sério! Mas eu faço sexo anal...
−Sexo anal? Hummm...Mas quem tem boca fala o que quer
Ou seja, me chamou de mentirosa. Para que eu iria mentir? Mentiria sobre a minha virgindade? Mentiria sim, mas com um cara que eu tivesse a fim de um relacionamento sério, e diria que nunca tive contato sexual com homem nenhum. Não, com ele eu fui aberta, clara e sincera... tava afim de um relacionamento casual, não de trepar uma vez, mas de ficar trepando, e fui sincera, já fiz de um tudo que você possa imaginar, mas ainda não dei a buceta. Qual o problema pra ele duvidar?
Saí de lá, com cara de sexo, cabelo assanhado, rímel no meio do rosto e com a garganta doendo.
Prometi que não iria mais ficar com ele, a pegada não me satisfaz, e além de tudo, me trata muito mal.
Nas notas, que você, sabe, diário, que eu sempre dou dei 8,3 pra beleza. 6,5 pra pegada e 0,0 pra forma que me trata. Ficou com uma média baixíssima 4,9. Ou seja, reprovado.
Falei isso, mas só demorou eu ficar carente pra ligar pra ele de novo, mandar mensagem, e ele continuar o mesmo, de não me atender, responder só quando quer. E nisso, eu resolvi parar.
Passei muito tempo, apaixonadinha, o desejando, pagando de idiota, o papel de idiota de correr atrás de quem não lhe quer... consegui o que eu queria, foi uma rapidinha, mas ah, foi o que você queria... acho que já passou do tempo, de eu tomar vergonha na cara e esquecer ele.
Vou tentar, não correr mais atrás e não desejá-lo mais, afinal, o mundo é tão grande, né, é tão fácil encontrar por aí encontrar homens bonitos como ele, ou até mais bonitos, que sejam mais fogosos, gostem mais de sexo e que me tratem como gente, da forma que eu mereço ser tratada.
Enfim, diário, fiquei com Daniel. Foi bom pra mim, digo e repito o que quebra o potencial dele de amante é a forma que ele me trata, certamente foi bom pra ele também. Mas o presentinho que eu dei no carro não foi suficiente pra ele mudar, responder minhas mensagens e me desbloquear do facebook. E eu, simplesmente, desisto. Chega de correr atrás de quem não me quer.
Ah, e só a título de informação, a posição que a gente ficou no carro foi a mesma do casal da foto. Beijo, meus leitores, ando meio sumida, mas ainda não esqueci que tenho um blog.

quinta-feira, agosto 16, 2012

O Coroa Que Dizia Ser o Terror na Cama



Querido diário, aprendi no meu ensino médio em literatura, e nunca vou esquecer um dos maiores ensinamentos da minha vida. O homem é produto do meio. Ninguém nasce bandido. Ninguém acorda dizendo que quer matar, roubar ou se aproveitar. Tudo é produto do meio.


Eu não acordei no meio da noite com faces de piriguete, querendo homem como se quer dinheiro, saindo sem nem escrúpulos com homens comprometidos, desenganada de amor verdadeiro e vendo os homens como uns babacas fontes de apenas prazer e dinheiro. A vida me ensinou a não confiar em homem nenhum, a detonar todos, pois nenhum merece consideração. Mas, sinceramente, sou mulher, bicho besta, e amo todos, numa noite intensa eu amo todos, pronta e de guarda que eles vá embora assim que amanhecer. E não resta nada, a esquecer.


Eu andei sumida por um tempo, aliás bastante tempo. Sumi porque estava vivendo e vivendo bem, vivendo e sem tempo de escrever. Mas por ironias do destino, aqui estou de volta. E vou me esforçar o máximo para não faltar mais com os textos no meu diário, não que eu dê tanta importância para blog como eu dava no início, não que eu esteja preocupada com os leitores, mas é que eu acho que a vida é uma coisa suficientemente séria para se deixar registrada. Mais registrada do que na memória, pois a memória às vezes, falha. E eu quero sempre lembrar de onde vim, o que eu fiz, o que sou. Quero sempre escrever e manter aberto o meu diário.


Nesse tempo que andei sumida, várias coisas aconteceram, coisas que vocês nem imaginam, mas aos poucos, irei contar tudo. E vamos lá a minha última transa.


Querido diário, essa semana colocava umas fotos no meu facebook, fotos pouco sensuais, de calças de couro, bodys decotados, biquíni azul. E quando coloco essas fotos tenho costume de marcar alguns amigos, e quando marco esses amigos, os amigos desses amigos vêem o que eu postei. Foi assim que eu conheci Éder.


Um homem bem mais velho do que eu, casado, pai de dois filhos, professor de judô, classe média alta, e que dizia ser o terror na cama.


Quando ele me adicionou, não teve escrúpulo nenhum, foi logo dizendo que tinha me achado muito gostosa, que queria sair comigo, e falar barbaridades a ponto até de me deixar assustada.


Eu gosto de homem ousado, instigador, mas não suporto homem tarado, homem que diz se garantir na cama, que não respeita uma mulher que acaba de conhecer. Homem tem que ser misterioso, tem que ter um ar de macho equilibrado, não pode ser tarado, tem que deixar a mulher tarada, tem que deixar ela piscar, aos poucos, fazer ela ferver. Esses homens tarados que dizem ser o rei do pornô, em geral, tem muito que aprender na escola da Garota de Várias Faces. É assim que eu penso e mais uma vez, estava certa com os meus pensamentos.


Não é de hoje que eu tenho tara de sair com homem mais velho, não que eu seja fã de pelancas e barrida grande, mas é curiosidade, sabe. Eu sempre pensei que os homens mais velhos fossem melhor de pegada, de papo e de idéias. Hoje eu penso que pra isso não tem idade.


Já tava pronta pra mandar Éder pra puta que o pariu quando fui ver as fotos. Vi que ele, definitivamente, não faz meu tipo, eu gosto de homens morenos, grandes, fortes, Éder é baixinho, branquinho, e tem um corpo normal. Mas é um coroa enxuto, charmoso, uma cara de homem safado. Eu pensei que fosse resultar em uma das melhores transas da minha vida. Aceitei sair com Éder.


Chegado o dia, atrasada como sempre, me depilando de última hora, Éder me liga, eu ainda estava tomando banho. Saí do banho, vesti uma blusa branca, e ela sujou, descarta, com essa você não vai. Peguei uma de oncinha e uma calça azul. Discreta. Realmente discreta. Não gosto de sair de casa dizendo com as roupas que vou ali fuder, isso aumenta ainda mais as desconfianças, que no meu caso, são totalmente desnecessárias.


E fui. Já atrasada.


Quando chego no local, mais um empecilho, marco para Éder ir me buscar numa rodoviária, e ele estava a minha espera em outra.


Me arrependi por escolher o local marcado, muita gente conhecida passava, me cumprimentava e perguntava o que eu tava fazendo, quem eu tava esperando. Eu inventava desculpas simples, mas nem gosto de dar satisfação a ninguém.


O idiota do Éder mora na cidade, e não sabe andar nela. Foi a maior dificuldade para se situar no local marcado. Acontece que ele mora na zona sul, e eu marquei na zona norte, diz ele que desaprendeu a andar por aquelas áreas. Só sei que ele já estava estressado e colocando a culpa em mim do desencontro, eu fui igualmente grossa e ignorante. Não tô engolindo chumbo nem de meu pai, quanto mais de macho prepotente.


Mas quando a gente se encontrou tudo foram flores. Especialmente quando vi o carro dele, um styllo vermelho, novo, com bancos de couro, ar condicionado, maravilha. E Éder todo vestido de preto, com óculos preto, bem mais bonito pessoalmente do que por fotos. Gostei de tudo que vi, e também tenho certeza que ele gostou muito de mim, com os cabelos soltos, claros e cacheados, cheirosa, sorridente. Talvez ele buscava em mim o que faltava em casa, mas na verdade, eu era bem mais do que ele buscava.


No carro, conversamos sobre vários assuntos como a situação conjugal dele e a minha virgindade.


Diz ele que ainda está casado, mas só no papel. Que está morando atualmente na casa da mãe dele, que não faz sexo com a mulher há mais de 2 meses, mas que não pode se separar agora por causa dos filhos. E eu sou idiota para acreditar em homem? Ele entrou em contradição duas vezes quando disse que tem um filho de 7 anos que só consegue dormir com ele... e como, se ele estava morando na casa da mãe dele? Ah, e também teve uma hora já no motel que ele me policiou quanto as chupadas que eu dava na barriga dele, ele estava com medo de ficar marcado... e por que não pode ficar marcado já que a mulher não o toca, né? Enfim...


E como todo mundo, me questionou por eu ser virgem, fazer oral, anal, e não vaginal. Isso mesmo anal, eu já disse que neste tempo que andei sumida várias coisas aconteceram na minha vida, que irei contando aos poucos. Eu dei lá as minhas explicações que eu já estou cansada de dar, deveria ter dado uma de Valeska Popozuda e ter dito simplesmente que a porra da buceta é minha, mas falei lá sobre questões de insegurança, dependência financeira dos pais e etc. Ele, mesmo com a idade que ele tem, achou uma coisa do outro mundo, pois a maior parte das mulheres brigam pra não dar o cu, e eu dou isso com o maior gosto e não libero o que todo mundo dá, que é a buceta.


Ele me levou, acho que até hoje, para a melhor pousada que já fui. As outras que eu fui não eram ruins, arrumadas, tinham ar condicionado, televisão e tal, mas a que ele me levou cada quarto tinha uma garagem e o quarto era cheio de espelhos.


Chegando no motel, eu pude ver, que definitivamente, Éder vê o pênis dele com lente de aumento. Ele me dizia que tinha 18 cm, era grossa, branquinha, com a cabeça bem vermelha, ele dizia ser tão grossa que às vezes até me perguntava se eu iria agüentar aquilo tudo no cuzinho, kkkkk. Ai ai, diário, pela cara e biótipo de Éder eu já imaginava que era pequena, mas ele fazia uma propaganda tão grande daquele pinto que eu já imaginava desabotoar o zíper e me dar com uma anaconda maior do que a dos filmes. Chegando lá, pequena e fina. Realmente branca, com a cabeça vermelha, mas pequena e fina.


Não demorei muito pra cair de boca, pequena e fina, mas a pica dele é bonita. Logo quando comecei a chupar eu senti aquele gosto, sabe aquele gostinho meio doce, de suor. Eu não gosto desse sabor. Gosto de pinto com gosto de nada, mas logo eu chupei o suficiente para limpá-lo e ficar com gosto de nada, e aí sim eu começar a me deliciar.


Com minha buceta, Éder disse que iria fazer acontecer, diz ele que eu não iria agüentar continuar virgem depois da chupada dele. E vamos lá. Eu gosto de homem que chupa a minha buceta com agressividade, parecendo que vai engoli-la, que olha pra mim enquanto chupa com cara de ordinário, e assim eu também aprendi a chupar o pau olhando pra o cara com carinha de safadinha, esse sim faz acontecer. Com Éder e com muitos homens que já encostaram aqui, eu só senti uma única coisa: tédio. Sabe aquele homem que chupa sua buceta como se fosse um adolescente, que não varia as posições da língua lá embaixo , que passa a vida inteira chupando o seu clitóris passando a língua de cima pra baixo. É sem graça. Mas mandei ele descer um pouco mais, e aê ele ficava enfiando a língua dentro da minha buceta, e a sensação era muito gostosa, aê sim eu senti tesão.


De repente esse homem me vem com um 69. Eu sou acostumada a fazer 69, eu em cima do cara, até porque eu sou pequena e levinha, gente, 62kg, e mesmo assim não sou fã de 69, a posição cansa, e eu tenho a sensação de que o cara não tem posição suficiente para explorar a minha buceta. De repente, esse homem me vem com um 69, ele por cima de mim, fala sério, ele não é magro e também não é gordo, não tem barriga e talz, já falei coroa enxuto, mas, ele é muito mais pesado do que eu, eu sofri com aquele homem em cima de mim, e pude comprovar o quanto é desconfortável pra quem fica embaixo chupar quem tá em cima, com aquele peso em cima de mim, eu não conseguia chupar do jeito que eu gosto, e aê o pau vinha todo dentro da minha boca, passava o dente e talz, enfim, acho que esse foi o momento mais tenso do amasso.


Depois foi um 69, comigo por cima, foi melhor do que o do parágrafo anterior.


Eu gosto de homem que explora as preliminares, que me chupa como se não houvesse amanhã, que me deixa chupá-lo sem medo de gozar ou de ver o tempo passar. Adoro ver o homem deitado na cama, com as pernas abertas, de engolir o pau, de chupar os ovos, de ver ele se debruçando ou gemendo de prazer. É aquela hora em que você se garante e sabe que enlouquece.


Éder não demorou muito nas preliminares, quando ele foi buscar o óleo lubrificante, eu perguntei: −Já?


Ele respondeu com a cara safada e um sorriso cínico: −Já...


Eu de 4, ele botou o óleo no pênis, um pouco no meu cu e já vinha todo animadinho penetrar sem camisinha. Quando eu perguntei: −E você colocou a camisinha? ; Ele respondeu: −Ô, já ia esquecendo... ; Sei, sei, a maior parte dos homens não gostam de transar com camisinha, preferem sem, sei lá, é a tal sensação de sentir com o pênis os nossos órgãos internos, mas para nós, mulheres, transar com ou sem camisinha não faz diferença nenhuma, portanto, minha parceira, não deixe seu bofe penetrar sem camisinha, por mais que seja no cu e não engravide, por mais limpinho e lisinho que esteja o pênis dele aparentemente saudável, e não me venha com aquela desculpa “ah, mas nós somos casados, e meu parceiro é fiel”, porque este homem do texto, lembrem-se também é casado, e certamente ele deve dizer para a esposa dele que é fiel. Fidelidade não existe, e se existir, não é nenhuma garantia de proteção, sendo que ele não foi só seu a vida inteira, e não fudeu só com você a vida inteira. Portanto, minha sister, transe com camisinha, e mesmo assim ainda corremos riscos com o sexo oral, que eu mesma nunca fiz com camisinha, e sinceramente, nem pretendo.


Ele colocou a camisinha e me penetrou de quatro. Na hora que o negócio entrou, sinceramente, senti uma das maiores dores da minha vida. Não agüentei. Estilo tropa de elite, pedi pra sair. Mandei tirar. E quando tirou, eu ainda fiquei um tempão me lamentando na cama que ele tinha me machucado, rsrs. A dor foi demais.


Mas aí a gente tentou de lado, e o negócio começou a ficar bom. Só que ainda tinha um porém, satisfazer essa Garota de Várias Faces não é fácil. Eu gosto que me coma com força e velocidade, o máximo possível, que penetre e não pare, que faça balançar todo o meu corpo e me sentir dividida ao meio. Éder colocou, e pouco fez lá dentro. Mandei ele caprichar na velocidade, e ele disse: −Não, não, se não eu vou gozar...


Sim, e objetivo não era esse?


Eu só gosto que me coma com velocidade, mas não pensei que ele iria gozar tão rápido, realmente, se foi 5 min foi muito.


Gozou. E eu querendo mais. E pedi mais. E ele ficou de um jeito meio que sem graça, achando que não poderia me dar mais. Deitei ele na cama, e dei mais um banquete de sexo oral, chupando circularmente a cabecinha, os ovos, enfiando o negócio todo na minha boca, tal que ficara duro de novo, pronto pra mais uma.


E rolou a segunda, e essa foi sensacional. Na posição que eu mais gosto, em pé. Colada na parede, de costas pra ele. Me comeu na velocidade que eu gosto e foi o momento ápice do amasso.


Mesmo a segunda penetração ter sido muito boa, ainda assim eu não tenho boa coisa para falar de Éder, kkk. Sabe um coelho?


Vocês já viram um coelho transando? O coelho transa numa velocidade, pá, pá, pá, e quando termina cai no chão como se tivesse morto. A mesma coisa foi Éder, acho que ele tem parentesco com os coelhos, me comeu contra a parede naquela velocidade, e depois caiu na cama, quase morto.


E eu? Ainda queria mais!


Fiquei em cima dele, sentada, rebolando, ele gostando muito, depois de um tempo disse que já tava machucando a pica dele.


Quando saí de cima, vi que na camisinha tinha um pouco de sangue. É, foi intenso a ponto de sair sangue, mas eu não senti muita dor, senti prazer.


Fomos tomar banho para ir embora.


Uma coisa que ele fez e eu achei muito nojenta, jogou as duas camisinhas que usamos dentro do vaso sanitário, deveria ter jogado dentro da lixeira.


Duas trepadas, duas gozadas, de lado, frango assado e em pé, e eu... queria mais.


E foi tomar banho, e eu invadi o box, fiquei chupando ele enquanto tomava banho. Gostando e ao mesmo tempo me mandando parar, pois já estava muito atrasado para o trabalho.


Na verdade, a gente transou no horário de expediente dele, ele arranjou uma pessoa para dar aula no lugar dele por uma hora, até ele chegar. Deu a desculpa de que estaria numa reunião. Ok, numa reunião bem quente comigo no motel. Só que parece que essa pessoa não apareceu e começaram a ligar para ele do colégio. Ele ficou desesperado com medo de perder o emprego.


E aê fomos embora. E aí também vieram os maus tratos da parte dele. Deveria me deixar no terminal, e me deixou num lugar antes, parou o carro no meio da rua, esperei ele parar no canto da rua para eu descer, e ele me fez sinal pra descer do carro, sem poder falar nada porque estava no telefone conversando com coordenador do colégio, e ainda sem um beijo, um toque, sabe. Me tratou super mal. E ainda assim, eu reconsiderei quando fui colocá-lo na minha listinha e dar a nota, porque trabalho realmente é coisa séria, diferente de mim ele leva o trabalho dele a sério.


Dei 8 pra beleza, 7 pra pegada, e 6 pela forma que me tratara. Totalizando uma média de 7,0.


Reconsiderei o desprezo da parte dele, mas esperei que depois ele me telefonasse ou mandasse uma mensagem pedindo desculpa pelo mau trato. E não, ele não mandou nada.


Com o estoque vazio, sem opções, liguei pra ele pra gente se ver esse fim de semana, diz ele que no sábado tinha aula de pós-graduação e o domingo era dos filhos.


Bobagem da minha parte ficar com um homem casado e querer exclusividade no dia dos pais. Mas não custava nada ele ter me tratado mais como mulher e não como lixo na hora de ir embora, na hora de ir me buscar foi diferente, né? Ok, que ele tava atrasado para o trabalho, mas arrancaria os dedos me mandar uma mensagem depois pedindo desculpa ou então dizendo que gostou da tarde que a gente teve. Um nojento, isso sim que ele é.


É um cara, que eu pegaria sim outras vezes, mas por falta de opção. Porque vamo combinar que eu não sou chegada a coroa baixinho, que eu gosto mesmo é de moreno bombadão, e no sexo eu gosto mesmo é velocidade 6 sem gozar rápido, e que além do mais, sou uma mulher e tanto, meu amor, mereço bem mais atenção.


Refiz a nota dele 7 pra beleza, 7 pra pegada e 3 pelo tratamento, a média dele foi 5,6. Baixa.


Na classificação da minha listinha ele é o amante nº 3, o amante nº 2 é o cara que tirou a minha virgindade anal, e a minha amante nº 1, surpreendam-se, é uma menina.


Eu já falei, diário, que nesse tempo que eu fiquei sumida muita coisa aconteceu na minha vida. Irei contando aos pouquinhos.


P.S: Gostou do texto? Faça um comentário! Se não gostou... Faça o mesmo =)

domingo, junho 24, 2012

Ego Ferido



Querido diário, eu venho falar do que tem me tirado o sono, e me fazer a uma hora dessa, 3:46 da manhã, escrever. Eu venho falar desse amor que corre em minhas veias.

Não, não é amor. Eu já amei antes, e sei muito bem, que por amor a gente faz tudo, absolutamente tudo, tira até comida da boca se for preciso. E nem tudo, eu sou capaz de fazer por ele.

É uma paixão, uma intensa paixão. Foi, não é mais. Um apaixonado é cego, e eu passei a enxergar os defeitos dele há muito tempo.

E mesmo assim esses defeitos não esfumam a imagem que me permite vê-lo, desejá-lo, querê-lo.

Isso não é amor, não é paixão, não é nada. É tesão. Tesão acumulado, abafado. Desejo negado, impossibilitado. É o tão perto se demonstrar tão longe sem mais, nem menos. É o querer e não poder ter, que me deixa louca.

Tão louca a ponto de ter todos os motivos do mundo e não esquecê-lo. A insistir e insistir, sempre sem retorno algum. A tirar a minha paz, me fazer dormir mal, ou até mesmo não dormir.

Eu flerto com ele há mais de 1 ano, a atração é inexorável, o desejo é infindável, mas eu juro, nunca rolou nada.

Algumas vezes já estivemos perto, a um passo, daquilo. Aquilo? Sei lá. Só sei que ventos fracos o fizeram retornar pra trás.

Lembro que quando eu o conheci, ele me paquerava, me provocava, eu até me sentia atraída, mas por estar com a cabeça bem ocupada, eu deixei passar.

Hoje parece que ele faz o mesmo comigo.

Sou um pitel, morena, baixinha, corpão de dançarina, bocão, peitão, bundão, cinturinha fina. Oferecida. Praticamente com as pernas abertas pra ele.

E ele foge. Corre a mil léguas do que qualquer homem faria questão de passar bem perto. Me evita o máximo que ele puder.

Não nego, diversas vezes por preconceito ou vaidade, pensei que ele fosse gay. Mas há quem garante que ele é mais do que hetero, e eu acredito nisso.

Depois, comecei a pensar que ele me acha feia, que eu não sou tão bonita o quanto penso, que ele deveria pegar mulher do estilo Viviane Araújo pra cima. Por minha surpresa, chego numa festa e o encontrando beijando uma mulher feia. Eu juro, bem mais feia do que eu.

Quase perdi a festa. Quase choro e borro a maquiagem. Eu disse quase. Não tô louca a ponto de borrar a maquiagem por homem burro.

Porque ele é um burro que não sabe o que tá perdendo.

Mas eu continuo pensando nele. Sofrendo por ele. Querendo-o. Coração ferido, por ser ignorada, desprezada, isso também é ego ferido.

Eu juntei todas as minhas armas para tentar esquecê-lo. Mas, não tá sendo fácil.

Eu tô magoada. Toda ferida por dentro. Vazia. Sorriu pra abafar a tristeza. Triste. E não posso fazer nada. Não posso mandar no coração dos outros, fazer que as coisas sejam do meu jeito. A única coisa que me resta é esquecê-lo, o que também não é fácil, isso inclui ignorá-lo e fazer a minha raiva falar mais alto do que tudo que eu sinto por ele.

Não tá sendo fácil, mas eu sei, que depois que isso tudo passar, eu vou estar mais forte do que era antes.


segunda-feira, junho 18, 2012

Dicas de Como Pegar Na Balada



Querido diário, depois de um tempo sem postar aqui por pura preguiça mesmo, hoje venho fazer uma coisa diferente, um texto para mulheres. Mulheres que querem pegar na balada. Seja lá quantos forem, 1, 5 ou 30. Seja lá para o que for para um relacionamento casual, relacionamento sério ou uma aventura ocasional. Você, mulher, que não quer ficar no zero a zero na noite, que sai de casa para beijar, seja lá beijar para extravasar, para conseguir um amante disponível para todos finais de semana ou um namorado futuro pai dos seus filhos.

Eu aposto que você um dia já se produziu toda para ir para uma festa, fez depilação, cabelo, tratamento de pele, usou uma roupa divina, um perfume magnífico, e já saiu da festa chupando dedo. Ou então levou um fora daquele carinha que você quis pegar. Ou ainda, só atraiu homens indesejados (feios, bêbados, chatos), querendo dançar com você. Tenho certeza que isso já aconteceu pelo menos uma vez na sua vida, e isso, se não acontece sempre, né?

Isso acontece com todas, inclusive comigo. Eu sou mais uma mulher que saiu de casa toda arrumadona, toda produzida, achando que iria causar na balada, e por fim, não obteve o sucesso esperado.

Não, eu não era a mais feia, a mais gorda e nem a mais idiota da festa. Pelo contrário, muito bonita e simpática, por que será que eu não conseguia o homem que eu desejava na balada? Por que será que eu levava foras atrás de foras, e só os homens indesejados queriam dançar comigo?

Eu, por mim mesma, com a ajuda de alguns amigos meus comecei a analisar os meus defeitos, os comportamentos errados na festa que me impediam de ter uma noite perfeita. Um deles é que eu sou muito 8 ou 80, ou parada no tempo ou direta demais. E isso é caminho muito errado!

Fui analisar mais sobre o assunto, e disponibilizei 30 dicas de como uma mulher pode se dar bem na balada. Mas, eu sou mulher como vocês, que também já se deu muito mal em várias noites de balada, e que está aprendendo também. Portanto, eu vou testar essas dicas, eu vou para umas festas dias 19 de junho, 21 de junho e 24 de junho. Vou tentar colocar essas dicas em prática e vou postar aqui no blog no que foi que deu. Minha meta no dia 19 é pegar 3, no dia 21 pegar 5 e no dia 24 pegar 8. Tá bom pra vocês? E então, vamos às dicas:



DICA 1: Ninguém gosta de pessoas necessitadas, porque em geral, são carentes e chatas. Portanto, você jamais deve passar uma imagem de uma pessoa desesperada. Você jamais deve deixar transparecer para as pessoas da festa que você está caçando. Tem que dar um ar natural de quem tá curtindo a festa, dançando, bebendo naturalmente.



DICA 2: Você precisa ser vista pelos homens. Então escolha lugares estratégicos, como: perto de banheiros masculinos, meio da pista onde rola a azaração ou em lugares próximos de mesas.



DICA 3: Procure lugares onde você possa manter contato visual com o gato desejado. Ou seja, você não vai paquerar o cara a distância né, se aproxime dele e fique em um lugar em que você possa ficar de frente a ele.



DICA 4: Olhos nos olhos. Flertar em balada é basicamente isso, olhar e gesticular (discretamente, por favor)



DICA 5: Tenha sempre um halls na mão. Principalmente, se você assim como eu, bebe. Você jamais pode imaginar em paquerar um gatinho com bafo de cachaça. E se você não bebe, mesmo assim é bom, né, pra garantir o frescor.



DICA 6: É importante que você esteja confiante. Se ache linda, se imagine por alguns minutos a Bárbara Mori ou a Megan Fox, a boa, a poderosa, a irresistível.



DICA 7: Na balada, é sempre melhor você dar um beijo do que pedir pra ficar. Quando você pede pra ficar, você tá dando a chance do cara te dizer não, e quando você inicia uma tentativa de beijo, fica mais difícil de o cara resistir à tentação.



DICA 8: Se o carinha que você estava de olho, começou a dançar com outra, ou ficar com outra, e você emburrou a cara, e não quer mais saber dele... Ah, amiga, não! Ciúmes na balada não pode! NÃO MESMO! Você nem conhece o cara, e mesmo se conhecer ele não é seu, você não tem nenhum direito de propriedade, e outra... Vai dar o cara assim de bandeja para outra? Ah, não, continua atentando, encarando, piscando o olho, mesmo ele estando com outra... Quem sabe ele não largue a outra pra ficar com você, e se a outra for ciumenta, quem vai sofrer a síndrome do “ah, ele me trocou por outra” é ela!



DICA 9: Saiba que na balada é mais importante beijar, aproveitar o momento do que pegar um número de telefone pra marcar alguma coisa depois. Sabe por quê? Porque em geral, você nunca liga, espera o cara te ligar, e ele também não liga. E aí fica no 0 X 0. Se o cara tá ali, todo bom e desejado na sua frente pra que pedir número de telefone pra agarrá-lo depois? Fala sério!



DICA 10: Paquere pelo olhar, com o sorriso e com gestos.



DICA 11: Se quiser sair da festa com ele, para um lugar mais reservado, basta fazer o convite, mas só depois de um bom tempo de beijos. Porque o cara tá ali pra curtir o show, e não você, mas se aê você provar pra ele que o lugar reservado é mais interessante do que ficar na pista de dança. Ah, ele vai!



DICA 12: O primeiro bonito que passar na sua frente, você não tem que pegar, você tem que aprender a criar oportunidades e aproveitá-las.



DICA 13: O contato físico é um processo gradual. Primeiro, se aproximar, depois, toques nos braços ou nas mãos, um abraço, e aê, finalmente, beijo na boca.



DICA 14: Evite qualquer atitude de necessidade ou desespero. Não esqueça que a Bárbara Mori da festa é você, que você está ali pra curtir, e que você não precisa de ninguém pra ser feliz.



DICA 15: Vá pra festa o mais bonita possível. Isso mesmo, não poupe esforços para estar bonita, beleza não domina, mas convida. E se embelezar é um investimento em si mesma. Valorize o que você tem de melhor, cabelo grande? Dá uma escova, ou faz alguma coisa pra ele estar mais bonito do que o normal. Você tem um rosto bonito? Faz uma maquiagem marcante. Você tem seios bonitos? Aposta numa blusa decotada, e por aê vai.



DICA 16: Se você levar um fora, não se sinta mal ou pior do que você é. Saiba que até as mulheres mais bonitas e mais poderosas do mundo já levaram um fora. Se até a Shakira levou chifre do Piqué.



DICA 17: É bom você se arranjar cedo. Pelo menos, na segunda atração da festa. Porque logo logo os casais vão se formar, e você vai sobrar.



DICA 18: Quando chegar no gatinho, SEMPRE, mas por favor SEMPRE, pergunte se ele já está acompanhado, já pensou se a namorada dele tá por perto, e você procurar confusão pra o seu lado. Meu bem, é melhor sozinha, do que apanhadinha.



DICA 19: Não tenha tanta pressa, é como diz aquele ditado, apressado come cru. Mas também não durma no ponto, pois quem fica parado é poste.



DICA 20: Circule durante a festa. Se você ficar em um só lugar a festa inteira, sinceramente, você vai perder muitas beldades que estão perdidas por aí. Vá encontrá-las.



DICA 21: Faça contato no dia seguinte para não ser esquecida.



DICA 22: Não dê a entender para as pessoas da festa que você está o encarando.



DICA 23: É uma boa você esbarrar nele, ou pisar no pé dele “sem querer” pra assim pedir desculpas, e começar a puxar assunto. É claro, isso é uma atitude muito perigosa, que você pode chamar atenção dele OU você também pode levar um: −Você não olha por onde anda, sua porra!



DICA 24: Uma forma bem direta de chegar nos finais esperados é chegar no cara, pedir pra conversar e levar pra um lugar mais reservado. Ah, meu bem, assim rola tudo e mais um pouco num tempo bem mais rápido.



DICA 25: Você é tímida, e não quer de jeito nenhum chegar lá no cara que também não se aproxima, pergunta se algum amigo seu tem coragem de fazer isso por você, é uma boa.



DICA 26: Uma outra forma bacana de flertar é oferecer a bebida que você tem nas mãos, perguntando se ele aceita um gole. Ou então, de uma forma mais atrevida e ainda melhor, você pode chegar pra ele, e pedir pra ele beber com você, que ah, você não agüenta beber a bebida toda sozinha.



DICA 27: Mas enquanto você está de olho no galã master da festa, tem um bem do seu lado, bem próximo a você, que não é tão lindo, e nem tão atrativo, mas que é bonitinho e simpático, e o melhor, te deseja. Por isso, é muito importante você analisar o território, às vezes a felicidade está ao seu lado e você ainda não a viu.



DICA 28: Desgrude um pouco dos amigos(a). Talvez as suas amigas sejam mais bonitas que você, e chamam mais atenção, isso te atrapalha. Talvez a presença dos seus amigos homens te comprometa e faça as pessoas pensarem que você já está acompanhada. Desgruda um pouco dos amigos, fica um tempo dançando sozinha, ou vai dar uma volta na festa sozinha.



DICA 29: Cai no antiguíssimo “eu te conheço de algum lugar”, ah, é velho, mas não é antiquado, coisas clássicas nunca cairão da moda. Imagine, a cena “Ei, seu nome é Francisco?”, “Não”, “Jura? Eu juro que te conheço de alguma lugar, sua aparência me é familiar... qual o seu nome?”, “Meu nome é Pedro”, “Prazer, o meu é China, você mora aonde?”, “Moro ali...”, “Ah, e você tá sozinho na festa? Quer dançar comigo?” ... Ah, vá, depois dessa volte a dizer que o “eu te conheço de algum lugar” é velho e não serve pra nada.



DICA 30: Se você não conseguiu o gato desejado, e vai sair da festa chupando o dedo, não desanime. O mais importante MESMO é você ter ido a festa, dançado, se divertido, porque ser feliz é um ato que só depende de você.